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Café panamenho bate novo recorde!

 

Oitocentos e três dólares a libra! 

 

Este foi o preço pago pela torrefação Black Gold Coffee de Taiwan pelo lote da variedade Geisha, processo Natural. O leilão do Best of Panamá 2018, resultou em mais um recorde para o país do Gueisha.

 

 

Edição comemorativa dos 100 anos da propriedade

 

Os juízes, entusiasmados, descrevem o café como uma explosão de sabores: tangerina, nectarina, laranja, pêssego, manga - todas frutas que possuem caroço, cana de açúcar… Assim descrevem as características sensoriais do café Gueisha que recebeu  97 pontos na escala de 100 pontos estabelecida pelo concurso. 

 

Esse café é produzido pela família Lamastus da Fazenda Elida que completa este ano o centenário de fundação e se situa em Boquete, província de Chiriqui, região cafeeira do Panamá. 

 

E não poderia haver uma melhor forma de comemorar esse aniversário que batendo o recorde de preço pago até hoje pela libra de café em todo o mundo. E mais. É também da Elida o segundo maior valor do leilão para o lote adquirido por Saza Coffee do Japão, que atingiu 661 dólares a libra. Sendo que este café é de processo lavado.

 

1900 metros, altitude faz a diferença

 

 

Há 16 anos, quando o café Gueisha ainda não era conhecido, nem reconhecido como hoje, a Fazenda Elida ganhou o concurso Best of Panamá e o café da variedade catuaí foi leiloado a 2,37 dolares a libra, lembra Wilford Lamastus Jr

 

A indústria mudou de uma forma que ninguém poderia imaginar, diz ele, graças ao grupo de pessoas que trabalham para o desenvolvimento dos cafés especiais. Em particular à Associacão de Cafés Especiais do Panamá e sobretudo à família Peterson da Finca Esmeralda que descobriu o Gueisha em 2004, completa o jovem produtor e barista.

 

 

Processado pelo método natural, café obteve 97 pontos (SCA)

 

Quais surpresas as altas terras vulcânicas panamenhas, situadas entre o mar do Caribe e o oceano Pacífico, reservam para a próxima safra? Ali, a natureza é generosa. À sombra de árvores centenárias, os cafezais são irrigados pelo “bajareque”, finíssima precipitação típica da região. Os produtores fazem o resto caprichando na colheita e secagem junto aos apanhadores e apanhadoras de café, os indígenas Ngöbe-Buglé.

 

 

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